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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Dono do helicóptero do pó ganhou 3 contratos sem licitação de Aécio Neves

16/10/2014 15:47

Dono do helicóptero do pó ganhou 3 contratos sem licitação de Aécio Neves

Meritocracia?


Escrevo há uns quinze anos sobre política, de maneira quase ininterrupta, e tendo ideais progressistas, sempre fui crítico à grande imprensa brasileira. No entanto, nunca me deparei com um grau de degradação tão avassalador como vejo nos últimos dias. O Globo insiste nos “privilégios” dos presos petistas, sem refletir que, ao fazer esse tipo de campanha, contradiz a si mesmo. Afinal, que raio de privilégio é esse em ser achincalhado diariamente nos jornais, mesmo após estar preso injustamente?
Através do Globo, agora já sabemos os negócios de todos os familiares dos proprietários do hotel que empregará José Dirceu.
Enquanto isso, a imprensa trata com inexplicável discrição aquele que pode ser o maior escândalo das últimas décadas, rivalizando até mesmo com o trensalão paulista.
O Ministério Público de Minas Gerais vai propor, nos próximos dias, uma Ação Civil Pública, para investigar repasses do governo do estado, na gestão de Aécio Neves, para a empresa Limeira Agropecuária e Participações Ltda, proprietária do helicóptero apreendido com meia tonelada de pó. Os repasses aconteceram em 2009, 2010 e 2011.

Achei reportagens do ano passado com informações sobre suspeitas do Ministério Público contra a Limeira, empresa dos Perrela. O MP apurava possível contratação irregular, sem licitação, pelo governo do estado, além de superfaturamento. A compra da fazenda Guará (a mesma onde o helicóptero foi apreendido), avaliada em R$ 60 milhões, também estava sob a mira dos procuradores, visto que o bem havia sido ocultado pelo senador Zezé Perrela.
Hoje há uma matéria no Globo sobre o tema, mencionando as suspeitas do Ministério Público, mas sem chamada na primeira página e sem qualquer citação ao partido do governo do estado, e às relações quase íntimas entre os Perrela e o provável candidato do PSDB à presidência da república, Aécio Neves. A reportagem informa que o senador Zezé Perrela (PDT-MG) também pagou com sua verba de gabinete o combustível usado no famoso helicóptero. Zezé e Gustavo, pai e filho, estão cada vez mais enredados no caso.

O assunto não é interessante? Um possível presidente da república ser tão próximo de políticos suspeitos de serem grandes traficantes de cocaína não é do interesse da nossa imprensa “livre”, “independente”, “profissional”? Será que mais uma vez, os blogueiros terão que assumir a dianteira dessa investigação, com grande risco pessoal?
Por Miguel Rosário -Tijolaço

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Membro da equipe de Aécio Neves defende a privatização da universidade pública

julho 1, 2014 10:53
Samuel Pessôa faz parte do conselho curador da equipe do presidenciável tucano e defende a taxação da graduação em universidade pública
Por Marcelo Hailer
Membro da equipe de Aécio Neves defende a privatização da universidade pública

Em artigo publicado na edição deste domingo (29) do jornal Folha de São Paulo, o colunista Samuel Pessôa defende a taxação dos cursos de graduação e, para tanto, faz uma comparação com o pedágio urbano, argumentando que “o pedágio urbano justifica-se por que um bem econômico público, as vias públicas, torna-se um bem econômico privado quando se congestiona. A natureza econômica das vias públicas altera-se de acordo com a intensidade do seu uso”.
Na sequência, ele faz a comparação entre o pedágio urbano e o ensino superior público, e afirma que a “atividade de pesquisa constitui um bem público, enquanto a atividade de ensino constitui um bem privado”. Ou seja, o articulista do jornal paulista se utiliza de “literatura econômica” para dizer que a pesquisa é um bem público, pois visa a um bem comum, um ganho à sociedade, assim como a via pública. Já a graduação trata-se de um “bem privado”, pois quando o profissional estiver graduado, seu bem será medido pela sua renda, dando a entender que o saber adquirido na universidade fica para ele. Mas, já que ele cita as pesquisas, fica o questionamento: as pessoas que se tornaram mestres e doutores não adquiriram um primeiro conhecimento na graduação?
Em seguida, o autor do texto cai em contradição ao dizer que a educação fundamental tem de ser pública, pois, quanto mais jovens alfabetizados, mais a sociedade ganha, já que a formação de base não necessariamente aumenta o ganho salarial, mas sim o social. “Faz todo sentido, portanto, que a educação básica seja gratuita e não faz sentido que a educação universitária seja gratuita”, sacramenta o articulista.
E sem papas na língua, ele defende que o “ensino universitário deve ser pago” e, àqueles alunos que não podem arcar com o ensino superior, o autor indica o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e nem sequer cita o Programa Universidade Para Todos (ProUni), que garante milhões de bolsas em instituições privadas anualmente sem que o aluno tenha que pagar posteriormente, como acontece com o primeiro.
Para justificar a sua tese de privatização do ensino superior, Pessôa argumenta que “haveria impactos orçamentários positivos”. “A instituição de cobrança de mensalidade para os cursos universitários públicos teria efeito importante sobre a eficiência das universidades. O tempo médio seria reduzido e a vinculação ao curso aumentaria”.
Poderíamos encarar tal texto como mais um entre tantos de cunho neoliberal que defendem a privatização do ensino superior público, mas o artigo deve receber um pouco mais de atenção, visto que Samuel Pessôa faz parte de uma espécie de conselho curador da equipe de Aécio Neves – candidato à presidência da República pelo PSDB -, que está ajudando na construção do plano de governo dos tucanos.
Ou seja, mais do que um mero texto publicado em um semanário, trata-se de uma tese pronta para, caso Aécio vença as eleições, ser apresentada como solução para os problemas financeiros nas universidades. O que espanta nas linhas de Samuel Pessôa é que o autor ignora que hoje 70% das bolsas do ProUni são integrais e isso tem feito com que milhares de alunos de camadas mais populares ascendam ao estudo universitário e rompam com ciclo da pobreza. Outro fator ignorado é que agora o PrUni vai ser estendido ao Mestrado e Doutorado e, assim, quem sabe, levar à pós-graduação saberes que são historicamente silenciados.
Podemos supor, então, que a partir do momento em que o autor ignora tais programas e cai em contradições rasas ao “defender” o ensino de base enquanto público e o superior a ser cobrado, ou seja, a velha ideologia neoliberal, propõe fechar as universidades aos mais pobres e manter as portas abertas apenas àqueles que podem pagar.
Devemos ainda reparar que o autor não cita uma linha sequer sobre o escândalo financeiro da USP. A direção da instituição leva a universidade à falência e o boleto deve ser passado aos alunos? A velha cantilena do Estado mínimo não está nada morta, muito pelo contrário: viva e assanhada por retomar o ciclo de políticas dos anos 1990.
Por fim, o que se nota é que o filho do pedreiro com diploma de médico incomoda sim muita gente e, a depender dos conselheiros de Aécio Neves, o filho do pedreiro vai continuar a ser o filho de pedreiro… Mas que isso, né, minha gente, quanta amargura. Ele vai ter ensino básico gratuito, não é mesmo?
Foto de capa: Brasil247
Fonte: PORTAL FORUM

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Aécio precisa esclarecer também obra em Montezuma


Além do aeroporto em Cláudio, obra no norte de Minas Gerais gera dúvidas sobre motivações particulares por trás de decisões e obras públicas

por André Barrocal — publicado 25/07/2014 12:30
Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo

Aécio
A construtora de um doador de campanha e integrante do governo pavimentou a pista perto da propriedade da família de Aécio
Está aberta a temporada de denúncias eleitorais. E o primeiro alvo é o candidato tucano à Presidência, Aécio Neves. Nos últimos dias, o senador saiu da posição de atacante para a de defensor, obrigado a explicar o motivo de o estado de Minas Gerais, à época comandado por ele, ter aplicado quase 14 milhões de reais na construção de um aeroporto perto de uma fazenda da família e em terras de um tio, no município de Cláudio. A pista é controlada por familiares e não possui autorização de funcionamento da Agência Nacional de Aviação Civil.
Nesse clima, a história de outro aeroporto pode causar mais aborrecimentos ao presidenciável. E pela mesma razão. Pairam dúvidas sobre a existência de motivações particulares por trás de decisões e obras públicas. A obra em questão foi realizada em Montezuma, pequena cidade de 7,9 mil habitantes no norte de Minas. Ali está uma das duas joias do patrimônio  do candidato do PSDB, a Perfil Agropecuária e Florestal. Dos 2,5 milhões de reais em bens declarados por Aécio Neves à Justiça Eleitoral, 666 mil reais são cotas da Perfil.
O valor e o tamanho atuais da propriedade resultam de uma ação por usucapião vencida pela família do tucano contra o estado em 2013, após 13 anos de batalha. Foi na Fazenda Perfil que Aécio Ferreira Cunha, pai do senador, passou o fim da vida até falecer, em outubro de 2010.
Então governador, Aécio lançou um programa de construção e reforma de aeroportos mineiros batizado de ProAero.
Montezuma tinha uma pista de pouso precária, de terra. Em dezembro de 2007, o Departamento de Obras Públicas de Minas Gerais contratou, por 2,4 milhões de reais, uma empresa para desenhar o projeto de 41 aeroportos. Montezuma estava no pacote.
Em março de 2008, o Departamento de Estradas de Rodagem mineiro adiantou-se e escolheu uma empreiteira para pavimentar a pista de terra de Montezuma. Contratou a Pavisan, por 268.460,65 reais. Segundo um ex-executivo da empresa, que lá trabalhava à época, a obra foi um mau negócio. O valor seria irrisório e não cobriria os custos. Ele não vê razão econômica para o estado investir no local, pois perto de Montezuma há cidades maiores que poderiam ter sido contempladas com um aeroporto. Qual seria a justificativa? A proximidade com as terras da família de Aécio? Facilitar o contato aéreo entre pai e filho? E se o negócio era ruim, por que a empreiteira topou?
A Pavisan fechou vários contratos com o governo mineiro durante a administração de Aécio. O dono da construtora, Jamil Habib Cury, ocupou cargo público na gestão do tucano. Foi diretor do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais. Estava no posto quando a Pavisan foi escolhida para a pavimentação em Montezuma. Consta ainda na lista de doadores das duas campanhas vitoriosas de Aécio  ao comando do estado, em 2002 e 2006. Na última, doou 51 mil reais.Procurada por CartaCapital, a Secretaria de Transportes e Obras de Minas preferiu não comentar o assunto. O próprio candidato diz pretender prestar esclarecimentos no curto prazo. O aeroporto quase não é usado, parece às moscas e não está cadastrado na Anac. Sem o registro, pousos e decolagens são, em tese, ilegais. É a mesma situação do terminal de Cláudio, assunto que estragou a terceira semana da campanha presidencial do PSDB.
No domingo 20, o jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem intitulada “Governo de Minas fez aeroporto em terra de tio de Aécio”. A obra está em uma área que pertencia a Múcio Guimarães Tolentino, tio-avô do senador. O governo mineiro tentou desapropriar o terreno quando da preparação da obra, mas Tolentino não concordou com o valor oferecido e briga na Justiça por uma quantia maior. As chaves do aeroporto, diz o jornal, são guardadas por familiares de Tolentino. Só eles autorizam o uso das instalações.
A pista de pouso fica nas redondezas de uma propriedade bastante frequentada pelo presidenciável tucano. A 6 quilômetros do local está a sede da Fazenda da Mata (Aécio a chama de “meu Palácio de Versalhes”, alusão ao castelo francês). Quando busca refúgio em “Versalhes”, fazenda de três tios, o senador utiliza o aeroporto. Desde a publicação da reportagem, ele tem evitado confirmar o uso da pista. O local está tecnicamente na clandestinidade. Foi inaugurado em 2010, mas a Anac diz esperar até hoje que o estado envie parecer do Comando da Aeronáutica, exigência para regularizar a situação. A agência resolveu investigar a situação do aeroporto. Cobra informações do governo mineiro e da prefeitura de Cláudio e planeja fazer diligências no local.
A polêmica abriu uma nova guerra entre o PSDB e o PT. A campanha presidencial petista pediu investigações ao Ministério Público de Minas e à Procuradoria- -Geral da República. Aos promotores mineiros solicita a apuração de improbidade administrativa. Ao procurador-geral, Rodrigo Janot, a instauração de um processo por peculato, prevaricação e improbidade. O partido quer ainda usar a Câmara dos Deputados para pedir requerimento de informações e uma audiência pública. Segundo o PT, Aécio misturou assuntos públicos e interesses privados.
Após a denúncia, o tucano alterou a agenda de campanha, chamou a mídia para fazer uma declaração sem direito a perguntas e encomendou pareceres a Carlos Velloso e Carlos Ayres Britto, ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal. Em seguida, o PSDB passou a acusar o PT de explorar o caso e o governo federal de instrumentalizar a Anac a favor da reeleição de Dilma Rousseff. O partido requereu à Procuradoria-Geral a instalação de um processo contra a agência e a presidenta.
FONTE: Carta Capital

Minas” não assina autorização para obras com ou sem licitação. Quem assina é o governante


Não foi Aécio, foi Minas

“Minas” não pratica atos de ofício, “Minas” não assina autorização para obras com ou sem licitação. Quem assina é o governante, e o governante é agora candidato a presidente da República

Os leitores da Folha de S. Paulo foram surpreendidos no domingo (20/7) por um ataque indireto ao senador Aécio Neves, candidato do PSDB a presidente da República. “Minas fez aeroporto em fazenda de tio de Aécio”, dizia a manchete do diário paulista. No texto logo abaixo, o jornal conta que, quando governador, em 2010, Aécio mandou construir, com dinheiro público, um aeroporto na fazenda de um tio, que o senador usa regularmente para visitar uma propriedade da família.
A obra custou R$ 14 milhões e só serve à família do senador ou a aeronaves que ela autoriza, pois o governo de Minas nunca entregou à ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, os papéis necessários à sua homologação. Portanto, objetivamente, a instalação segue sendo uma obra privada feita com dinheiro público.
Na mesma edição e em texto de tamanho proporcional à reportagem que faz a denúncia, a assessoria do senador responde que a escolha do local levou em conta apenas aspectos técnicos, não considerando que a propriedade do imóvel favorecia diretamente o então governador.
Estado de S. Paulo reproduziu no mesmo dia a denúncia da Folha, em um texto mais curto, incluindo a defesa de Aécio Neves, acrescentando que no local havia uma pista construída em 1983 por seu avô, Tancredo Neves, quando era governador do Estado. Ou seja, a família se beneficia das instalações há mais de trinta anos, agora modernizadas com recursos do Estado. Ou há outra interpretação para a sequência de notícias?
Na segunda-feira (21), os dois jornais paulistas voltam ao assunto, para oferecer um amplo espaço à defesa do candidato tucano, e o Globo entra na história, publicando com destaque a justificativa de Aécio Neves, sem ter publicado antes a denúncia.
O conjunto do noticiário serve de modelo para o leitor entender o estilo que deverá marcar a imprensa hegemônica até o fim da campanha eleitoral: para amenizar as suspeitas de que tende para um dos lados da disputa, dá-se, como se dizia antigamente, uma no cravo, outra na ferradura.

Aeroporto particular

O cuidado em amenizar o efeito da reportagem diz muito sobre a atenção que a imprensa dedica ao seu candidato preferencial. Diante de um fato que induz claramente à conclusão de que a família Neves transformou um antigo campo de pouso em aeroporto particular com dinheiro público, e que a decisão de tocar a obra foi feita pelo então governador Aécio Neves, qual é a alternativa?
Já que não se pode esconder o fato, cria-se na própria denúncia a condição propícia à defesa. A começar pelos títulos: tanto na Folha como no Estado, não foi o então governador quem autorizou o uso de dinheiro público no interesse da própria família: foi “Minas”. Ora, “Minas” não pratica atos de ofício, “Minas” não assina autorização para obras com ou sem licitação. Quem assina é o governante, e o governante é agora candidato a presidente da República.
Alguém imagina uma manchete do tipo “Brasil propõe regulamentação de Conselhos Sociais?” Não: em condições normais de relativa autonomia, os jornais personalizam os atos oficiais.
De que, então, tratava a manchete da Folha no domingo? Tratava do cuidado mínimo que o jornal precisa dedicar à cobertura da disputa eleitoral, porque o engajamento permanente e descarado em uma ou outra candidatura pode prejudicar outros interesses da própria empresa que edita o diário. Por exemplo, se o público desenvolver a convicção de que a Folha apoia explicitamente uma candidatura em detrimento das outras, quanta confiança será depositada em futuras pesquisas do Datafolha?
Então, se determinado fato não pode deixar de ser publicado, porque a omissão colocaria em risco a credibilidade do jornal, dá-se um jeito de preservar no que for possível a reputação do candidato acusado.
Em nenhuma outra ocasião, nos muitos escândalos que a imprensa reportou nos últimos anos, a autoria foi desviada do personagem central para a figura diáfana do Estado. Apenas como referência, no caso que tinha como acusado o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, não se leu nos jornais que “Brasília é condenada por improbidade administrativa”.
Mas no caso do aeroporto privado feito com dinheiro público, não foi o então governador quem cometeu o malfeito: foi “Minas”

FONTE: Pragmatismo

Surge um segundo aeroporto na conta de Aécio Neves

Aécio Neves construiu aeroporto em outra cidade que tem fazenda. Em município de 7.500 habitantes, apenas 27% das residências possuem rede de esgoto e muitas ruas não têm um asfalto como o da pista do aeroporto, feito também com dinheiro público

aécio neves montezuma aeroporto
Aécio construiu aeroporto em outra cidade que tem fazenda: Montezuma (Edição: Pragmatismo Político)
Helena Sthephanowitz, RBA
Não foi só a cidade de Cláudio (MG), onde o senador Aécio Neves (PSDB) tem propriedade rural, que teve aeroporto construído com critérios que mais atendem a conveniência privada da oligarquia política dos Neves da Cunha do que ao interesse público.
A cidade de Montezuma, no norte do estado, também teve sua pista de pouso asfaltada quando o tucano era governador. A Perfil Agropecuária, empresa herdada pelo senador tucano, apropriou-se de 950 hectares de terras no município, que o estado de Minas Gerais considerava públicas, por meio de um polêmico processo de usucapião.
Nas licitações do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) realizadas em 2008 aparece uma única obra de pavimentação de aeródromo no interior: Montezuma. Justamente onde a empresa agropecuária do Aécio tem fazenda.
Como o uso da pista é muito raro, já que a cidade tem cerca de 7.500 habitantes, a população dos sem-avião questionou a obra, uma vez que há diversas outras necessidades urgentes a ser atendidas. Detalhe: já há aeroportos em municípios vizinhos da região, como Salinas, Janaúba, Rio Pardo de Minas e Espinosa.
Para se ter uma ideia das outras prioridades, só 27% dos domicílios contam com rede de esgoto. É a empresa estadual de água e esgoto (Copasa) que atende a cidade. Enquanto o orçamento estadual era gasto em obras convenientes para a família do governador tucano, foram necessários recursos federais do PAC Saneamento para melhorar as condições locais. Além do problema do saneamento básico, muitas ruas de Montezuma ainda não têm sequer pavimentação como a da pista do aeroporto.
A imagem abaixo mostra que a pista do aeroporto é praticamente da extensão dos eixos da área urbana.
aécio neves montezuma aeroporto

FONTE: Pragmatismo

Dono do helicóptero do pó ganhou 3 contratos sem licitação de Aécio Neves

aécio neves perrela cocaína
Aécio Neves e Zezé Perrela, dono do helicóptero do pó (reprodução)
Miguel do Rosário, Tijolaço
Escrevo há uns quinze anos sobre política, de maneira quase ininterrupta, e tendo ideais progressistas, sempre fui crítico à grande imprensa brasileira. No entanto, nunca me deparei com um grau de degradação tão avassalador como vejo nos últimos dias.
A imprensa trata com inexplicável discrição aquele que pode ser o maior escândalo das últimas décadas, rivalizando até mesmo com o trensalão paulista.
O Ministério Público de Minas Gerais vai propor, nos próximos dias, uma Ação Civil Pública, para investigar repasses do governo do estado, na gestão de Aécio Neves, para a empresa Limeira Agropecuária e Participações Ltda, proprietária do helicóptero apreendido com meia tonelada de pó. Os repasses aconteceram em 2009, 2010 e 2011.
Achei reportagens do ano passado com informações sobre suspeitas do Ministério Público contra a Limeira, empresa dos Perrela. O MP apurava possível contratação irregular, sem licitação, pelo governo do estado, além de superfaturamento. A compra da fazenda Guará (a mesma onde o helicóptero foi apreendido), avaliada em R$ 60 milhões, também estava sob a mira dos procuradores, visto que o bem havia sido ocultado pelo senador Zezé Perrela.
Hoje há uma matéria no Globo sobre o tema, mencionando as suspeitas do Ministério Público, mas sem chamada na primeira página e sem qualquer citação ao partido do governo do estado, e às relações quase íntimas entre os Perrela e o provável candidato do PSDB à presidência da república, Aécio Neves. A reportagem informa que o senador Zezé Perrela (PDT-MG) também pagou com sua verba de gabinete o combustível usado no famoso helicóptero. Zezé e Gustavo, pai e filho, estão cada vez mais enredados no caso.
O assunto não é interessante? Um possível presidente da república ser tão próximo de políticos suspeitos de serem grandes traficantes de cocaína não é do interesse da nossa imprensa “livre”, “independente”, “profissional”? Será que mais uma vez, os blogueiros terão que assumir a dianteira dessa investigação, com grande risco pessoal?
FONTE: Pragmatismo

Mais de 300 motos foram apreendidas em Feira de Santana este ano

As apreensões foram realizadas por diversas irregularidades, entre elas, fila dupla e estacionamento irregular na vaga de deficiente físico e idoso. A falta da carteira de habilitação também é problema constante.


Mais de 300 motos foram apreendidas em Feira de Santana este ano

Uma operação da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), realizada na quarta-feira (8) em Feira de Santana, apreendeu cerca de 11 veículos no centro da cidade.
O agente da SMT que participou da operação, Ibrahim Santos, informou que as apreensões foram realizadas por diversas irregularidades, entre elas, fila dupla e estacionamento irregular na vaga de deficiente físico e idoso. A falta da carteira de habilitação também é problema constante, segundo informou.


“Os lugares onde encontramos essas infrações foram no Marajó, no Feiraguay, na Rua Conselheiro Franco e Praça dos Remédios. Constatamos em muitos veículos que abordamos a falta da habilitação do condutor, por isso que muitos não entendem e acham que é permitido parar em certos lugares”, disse.
Segundo Ibrahim Santos, as motos são levadas para o pátio da SMT e o condutor pode ir no outro dia útil com os documentos como habilitação e o documento da moto para retirar o veículo. Ele informou que a multa varia entre 54 reais, que é para infração leve, e 127 reais para as multas graves.
“Ao chegar na SMT para retirar o veículo, o condutor vai receber algumas orientações. Oferecemos algumas aulas de educação para o trânsito, que é opcional, já que a SMT não pode obrigar”, destacou.
O superintendente da SMT, Francisco Junior, informou que ainda não está com a estatística fechada, mas que em torno de 300 veículos foram removidos ao pátio da SMT este ano. Ele também afirmou que as infrações são diversas e que muitos condutores são reincidentes.
“Não são só os condutores de motocicletas, mas os de ciclomotores, de motonetas e de carros. Infelizmente parece que as pessoas não se conscientizam. Existe um grande índice de pessoas que mesmo já tendo sido flagrados, cometem novas infrações”, informou.

As informações são do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.

Twitteiros publicam mensagem racista contra nordestino...

DEPOIS DAS ELEIÇÕES DO DIA 05 DE OUTUBRO DE 2014.

VEJAM O QUE PUBLICARAM NO TWITTER COM CONTRA OS NORDESTINO:

" O nordestino é a praga do Brasil"
" Nordestino só foi feito pra comer farinha, fazer filho e receber bolsa família"
" Tem Guerra na Síria, no Iraque, porra bem que devia ter uma guerrinha no nordeste"
" Bem que o ebola, poderia chegar logo no nordeste, assim o Brasil estava livre dessa merda"
" A solução do Brasil é ão simples, é só excluir o nordeste, e toda essa gente burra e suja do nosso país".


FICO A IMAGINAR QUEM SÃO ESSAS PESSOAS?
NA VERDADE O QUE ELES PENSAM PARA O BRASIL?

É ASSIM QUE O NORDESTE É CONSIDERADO PELA REGIÃO SUL E CENTRO-OESTE, DESRESPEITOS COM A REGIÃO NORDESTINA.
NÓS NORDESTINO TEMOS QUE MUDAR ESSE PENSAMENTO.
ESSAS MESMAS PESSOAS É A QUE ESTÃO VINDO AQUI TODO ANO PARA O NORDESTE APRECIAR AS NOSSAS PRAIAS, COMIDAS E TRADIÇÃO.
ENTÃO, SE ACHA O NORDESTE DESTE JEITO QUE PENSA, FAÇA-ME UM FAVOR, NUNCA VENHA DESFRUTAR DAS NOSSAS BELEZAS. POIS O NORDESTE NÃO PRECISA DESTE TIPO DE GENTE PISANDO EM NOSSAS TERRAS.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

"SURPREENDENTEMENTE". Assim é definida, o que não é surpresa. Com resultado voto a governo na Bahia

Imagem da internet
SURPREENDENTEMENTE. Esta é uma palavra que muitos jornais repetiram nestes últimos dias ao falar do resultado para governador da Bahia.
Mas, essa palavra já foi usadas várias vezes aqui na Bahia em 2006, 2010 e agora em 2014. Mas, não surpreendente ver que mais uma vez, o Ibope e Tv Bahia erra. Pois, podemos dizer que estas pesquisas não engana mais ninguém. Onde, sempre mostrava Paulo Souto à frente nas intenções de voto para governador da Bahia. Desta vez de virada. A pesquisa da Babesp ou Datanilo como foi apelidada pelo grupo dos opositores chegou mais próximo do resultado da vitória de Rui. Enquanto o Ibope que foi a pedido da TV Bahia, emissora pertencente à família Magalhães, do atual prefeito de Salvador e apoiador da candidatura de Paulo Souto, como cita Denivaldo Fernandes especialista político ao Jornal A Tarde e relatado no Bahia Noticias. Ficou com muita diferença dos resultados nas urnas, quando mostrava sempre Souto na frente de Rui com quase o dobro das intenções de votos.

Mas uma vez, milhares de Baianos são desconsiderados, enganados, jogados a manipulações na corrida política de quem está próximo a ser eleito com a vontade do povo para governar a Bahia. Mas uma vez os baianos mostram que manipulações, jogo político não mostra o desejo, a realidade de mudanças do povo baiano. Diferente como mostra pesquisas do Ibope Rui vence em primeiro turno, quase o dobro dos votos dados a Paulo Souto.

Após Ganhar R$ 50 mil, Marcelo Nilo vai doar R$ 10 mil para hospital.

‘Desengasguei’, brinca Nilo após ganhar R$ 50 mil em aposta com Paulo Azi
Foto: Fernando Duarte/ Bahia Notícias
Com o término das eleições da Bahia no primeiro turno, o deputado estadual Marcelo Nilo (PDT) ganhou 50 mil motivos para comemorar a vitória de Rui Costa (PT) no pleito deste domingo (5). Nilo ganhou a aposta com o deputado estadual Paulo Azi (DEM) – eleito deputado federal – e vai embolsar R$ 50 mil. Enquanto o pedetista acreditava na vitória de Rui, Azi defendia a candidatura de Paulo Souto (DEM). “Não vou ficar. Vou doar os R$ 10 mil para o Hospital do Câncer (Hospital Aristides Maltez). O governador Jaques Wagner e Sidônio Palmeira também disseram que vão doar os R$ 10 mil. Os outros R$ 20 mil não posso afirmar, pois são dois amigos que ainda não sabem se vão doar ou não”, afirmou Nilo, após pegar os cheques casados na sede do Bahia Notícias. Questionado se o desafio de 2014 supera o de dois anos antes, quando Azi cravou a vitória de ACM Neto (DEM) frente à Nelson Pelegrino (PT), Nilo foi enfático: “desengasguei”.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A GLOBO MOSTRA A REALIDADE NAS PESQUISAS COM INTENSÃO DE VOTOS AO PRESIDENCIÁVEIS FEITA PELO O IBOPE


Ibope divulgou nesta quinta-feira (2) a última pesquisa de intenção de voto na corrida presidencial antes do debate no Projac. Esse levantamento foi pago pelo próprio instituto.
  
nível de confiança é de 95%. Levando em conta a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%
Segundo o Ibope, a disputa permanece inalterada, com Dilma Rousseff, do PT, liderando o primeiro turno. A vantagem dela sobre Marina Silva, do PSB, passou de quatorze para dezesseis pontos. Já Aécio Neves, do PSDB, se manteve estável.
O Ibope afirma que, na simulação de segundo turno, a vantagem de Dilma sobre Marina passou de quatro para sete pontos.
Vamos começar pelos números do primeiro turno.
Dilma Rousseff, do PT, tinha 37%, 39%, 36%, 38%, 39%. E agora, está com 40%. Com a margem de erro, Dilma tem de 38% a 42%.
Marina Silva, do PSB, tinha 33%, 31%, 30%, 29%, 25%. E agora, está com 24%. Com a margem de erro, Marina tem de 22% a 26%.
Aécio Neves, do PSDB, tinha 15%, 15% novamente, 19% nas três pesquisas seguintes. E, agora, manteve o índice. Com a margem de erro, Aécio tem de 17% a 21%.
Votos brancos e nulos somavam 7%, 8%, 7% nas três pesquisas seguintes. E agora, 8%. Os que não souberam ou não responderam eram 5%, 5% de novo, 6%, 5%, 7%.  E agora, 7% novamente.
Segundo o Ibope, Pastor Everaldo, do PSC, e Luciana Genro, do PSOL, têm 1% cada. Eduardo Jorge, do PV; Eymael, do PSDC; Levy Fidelix, do PRTB; Mauro Iasi, do PCB; Rui Costa Pimenta, do PCO e Zé Maria, do PSTU, não chegaram a 1%.
Agora vamos ver as três simulações de segundo turno do Ibope.
No cenário de uma possível disputa com Marina Silva, Dilma Rousseff aparecia com 39%; 42%; 40%; 41%; 42%. Agora, está com 43%. Com a margem de erro, tem de 41% a 45%.
Marina Silva tinha 46%; 43%; 43% novamente; 41%; 38%. Agora, está com 36%. Com a margem de erro, tem de 34% a 38%.
Votos brancos e nulos somavam 8%; 10%; 11%; 12% nas três últimas pesquisas. Os que não souberam ou não responderam eram 6%; 5%; 6%; 6% de novo; 8%. E agora, 8% novamente.
Na simulação de uma possível disputa entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, Dilma aparecia com 47%; 48%; 44%; 46%; 45%. E, agora, 46%. Com a margem de erro, tem de 44% a 48%.
Aécio tinha 34%; 33%; 37%; 35%; 35% novamente. Agora, 33%. Com a margem de erro, tem de 31% a 35%.
Votos brancos e nulos somavam 11%; 13%; 12%; 13%; 12%. E agora, 12%. Os que não souberam ou não responderam eram 8%; 6%; 6% novamente; 7%; 8%. E agora, 9%.
Na simulação de um segundo turno entre Marina Silva e Aécio Neves, Marina tinha 51% napesquisa divulgada no dia 12 de setembro, a primeira do Ibope a incluir esse cenário. Depois, 48%; 44%. O índice caiu para 38%. E agora permanece em 38%. Com a margem de erro, tem de 36% a 40%.
Aécio tinha 27%; 30%; 31%; 34%. Agora, está com 33%. Com a margem de erro, tem de 31% a 35%.
Brancos e nulos somavam 14%; 15%; 16%; 16% novamente. E agora, 18%. Os que não souberam ou não responderam eram 8%; 8% de novo; 9%; 12%. Agora, são 11%.
FONTE: G1